O governo fotografou o martírio do padre

 

 

 


Em 1936 Nossa Senhora apareceu no Norte do Brasil para avisar que três grandes castigos cairão sobre o Brasil. Ela disse: O sangue inundará o Brasil por causa do comunismo, e haverá uma guerra civil caso não haja conversão, jejum, penitência e oração. DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT, e vamos pedir para nossa Mãe Celestial que afaste de nós os castigos. Leia a matéria completa aqui - CLIQUE AQUI!!! DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT - Faça como o Padre José Augusto da Canção Nova que denunciou o PT e não se acovardou - assista aqui o que ele disse - CLIQUE AQUI!!! - DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT

O governo fotografou o martírio do padre

O governo fotografou o martírio deste padre para humilhá-lo; mas o efeito foi o contrário!

Domínio Público
Em vez de desencorajar, as fotos do fuzilamento do Pe. Miguel Pro, na Guerra Cristera mexicana, deram mais forças aos mártires!

A “Guerra Cristera” foi a heroica reação dos católicos mexicanos, no começo do século XX, à brutal perseguição anticatólica perpetrada pelo governo “revolucionário” e ateu do país. Entre os grandes testemunhos de fé daquela época de martírio, tornou-se especialmente conhecido o do padre jesuíta Miguel Agustín Pro, que foi fuzilado sem julgamento só por causa da sua fé católica.

Além de assassiná-lo, o governo ainda queria garantir que a execução o humilhasse e servisse para desencorajar e assustar os católicos. Mas não esperava que o resultado fosse exatamente o contrário:


Dos mártires daqueles dias, nenhum chamou tanto a atenção do público no México e no resto do mundo como o jesuíta Miguel Agustín Pro. Pro foi morto por um pelotão de fuzilamento em frente das câmeras dos jornais que o governo trouxera para gravar o que esperava ser o constrangedor espetáculo de um padre implorando por misericórdia. Foi uma das primeiras tentativas modernas de usar a mídia para a manipulação da opinião pública com propósitos antirreligiosos. Mas, em vez de vacilar, Pro demonstrou grande dignidade, pedindo apenas a permissão de rezar antes de morrer. Após alguns minutos de prece, levantou-se, ergueu seus braços em forma de cruz – uma tradicional posição de oração mexicana – e, com voz firme, nem desafiante, nem desesperada, entoou, de forma comovente, palavras que desde então se tornaram famosas: ‘Viva Cristo Rey!’. Longe de ser um triunfo da propaganda para o governo, as fotografias da execução de Pro tornaram-se objeto de devoção católica no México e de constrangimento do governo por todo o mundo. Oficiais tentaram suprimir sua circulação, declarando a mera posse de tais fotos um ato de traição, mas não tiveram sucesso” (The Catholic Martyrs of The Twentieth Century, Robert Royal, páginas 17-18).


1 – O pe. Miguel Pro, já preso,  em novembro de 1927, às vésperas do fuzilamento. Os trajes civis se devem à legislação que proibia os padres de usarem batina em público.


2 – Condenado à morte sem julgamento, o pe. Pro se dirige ao local do próprio fuzilamento levando um crucifixo e um rosário.


3 – O último pedido do pe. Pro: ajoelhar-se para rezar. O pelotão de fuzilamento aguarda enquanto ele beija o crucifixo e reza.


4 – Com os braços estendidos em cruz, o pe. Pro eleva a Deus esta prece pelos seus carrascos: “Meu Deus, tem misericórdia deles. Meu Deus, abençoa-os. Senhor, Tu sabes que sou inocente. Com todo o meu coração eu perdoo os meus inimigos”.


5 – Enquanto o pelotão dispara, as últimas palavras do pe. Pro são firmes e arrepiantes: “VIVA CRISTO REI!”. Este se tornou o lema e o brado de todos os cristeros, a ponto de que, em execuções posteriores, o exército passou a decepar a língua dos mártires para que, na hora da morte, não pudessem confessar a Cristo em voz alta.


6 – Atingido, o padre cai ao chão ainda vivo! Um soldado lhe dá o tiro de misericórdia.


7 – Muitos mexicanos fizeram questão de enfrentar o alto risco não apenas de acompanhar o funeral do pe. Pro, mas de também gritar, ao longo do cortejo, “Viva Cristo Rei!”.

Missão cumprida até a morte

Pouco tempo antes da prisão do sacerdote, o engenheiro Jorge Núñez Prida, seu amigo, tinha perguntado a ele o que faria se fosse condenado à morte. O pe. Pro respondeu que faria três coisas:

  • primeiro, se ajoelharia em ato de contrição;
  • segundo, ergueria os braços em forma de cruz na hora de receber os tiros;
  • terceiro, gritaria “Viva Cristo Rei!”.

Ele fez as três coisas.