Coragem! Eu venci o mundo

 

 


Em 1936 Nossa Senhora apareceu no Norte do Brasil para avisar que três grandes castigos cairão sobre o Brasil. Ela disse: O sangue inundará o Brasil por causa do comunismo, e haverá uma guerra civil caso não haja conversão, jejum, penitência e oração. DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT, e vamos pedir para nossa Mãe Celestial que afaste de nós os castigos. Leia a matéria completa aqui - CLIQUE AQUI!!! DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT - Faça como o Padre José Augusto da Canção Nova que denunciou o PT e não se acovardou - assista aqui o que ele disse - CLIQUE AQUI!!! - DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT

Coragem! Eu venci o mundo

Coragem! Eu venci o mundo


Se fizermos uma reflexão sobre o que vivenciamos e tudo o que aconteceu neste ano que chega ao fim, concluiremos que a promessa de Cristo: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33), ainda que em meio a tantas aflições, fez-se presente dando-nos ânimo para que, nesta nossa peregrinação, prosseguíssemos rumo à nossa morada eterna, o Céu, sem nos deixarmos sucumbir pela avalanche de acontecimentos negativos que tem tentado se impor sobre nós.

O que dizer desse ano? Dois mil e dezessete foi um ano marcado por diversas contrariedades e mudanças. Mudanças nas estruturas do governo federal, diversos escândalos na política, corrupções, milhões de desempregados, exorbitante aumento no preço do combustível… e nunca na história desse país houve três governadores presos em uma mesma cela. Também tivemos fatos que marcaram nossa sociedade e o mundo: tensões entre países; ameaça de conflitos atômicos entre potências nucleares; a exaustiva luta contra a implantação da Ideologia de Gênero nas escolas, a luta pela vida, entre tantos outros.

Não podemos deixar de citar os intensos ataques à família, de modo mais intenso, às crianças; museus realizaram exposições contendo cenas obscenas, retratos de expressões e desenhos com conteúdos sexuais e violentos; em outra houve até mesmo a vivência de uma criança, autorizada pela mãe, com a nudez de um homem adulto, com o objetivo de naturalizar e “problematizar” tais temáticas com o público em geral. Sem contar o aumento nos meios midiáticos: novelas, comerciais, desenhos, programas voltados para divulgar e explorar temas ligados à Ideologia de Gênero, aborto e espiritualidades contrárias à fé cristã, por exemplo.

No entanto, ao refletirmos sobre tudo isso, observamos que eram essas as especulações nos campos da economia, política, ética e moral. Então, de fato, o que podemos pensar, analisar e avaliar desse ano que termina?

João Batista, homem de coragem

Para isso gostaria de trazer a figura de João Batista, profeta da Verdade, homem cheio de coragem. No evangelho de Mateus, Jesus faz a seguinte pergunta à multidão: “O que fostes ver no deserto? Uma cana agitada pelo vento?” (Mt 11,7). Primeiramente precisamos entender que essa multidão específica era um povo que vivia pelo deserto, sem rumo e sem referência, era atraída para todas as direções sem fixar rumo certo.

Nesse ano, fomos guiados e levados por tudo o que nos atrai; fomos um povo sem referência e sem destino certo, sem identidade, um povo que se fixa naquilo em que é atraído. Diante disso, cabem algumas perguntas frente a tantas atrações, distrações e seduções neste mundo: o que me atraiu em 2017? Onde me fixei? Para que direção eu fui levado?

João Batista era o inverso da multidão. Ele era fixo na rocha de sua missão. Foi tomado pelo Espírito Santo ainda no ventre de sua mãe e com espírito forte, anunciava e batizava chamando o povo à conversão. Foi quem preparou os caminhos do Senhor. E ao ver Jesus, apontou: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!” (Jo 1,29). João não se deixava agitar pelo vento das contrariedades, do medo, das vaidades do seu tempo, das inúmeras especulações e ataques. Conforme em Jo 1,20-27, João confessou: “eu não sou o Cristo” e também não negou quem ele era: “eu sou a voz que clama no deserto”, ou seja, ele gritava no vazio que haveria de ser preenchido com a presença do Messias.

E nós, com o que temos preenchido nossos vazios? Ele denunciava as coisas erradas e exortava o povo à conversão; pagou com a própria vida por não se conformar com as injustiças e pecados do seu tempo. Era um homem, o maior de todos segundo Jesus, sem medo e com uma única meta: cumprir sua missão.

João Batista é para nós, neste tempo, figura importante para ser olhada e meditada e, assim, não sermos como caniços agitados pelo vento, levados por todo tipo de notícias, acontecimentos na sociedade e em nossa vida particular. Mesmo com tantas fatalidades: social ou pessoal, precisamos ter coragem e estar fixos na fé da Igreja Católica, na experiência pessoal com Cristo Jesus.

Neste mundo, tudo pode acontecer em nossas vidas, tudo pode acontecer em nossa sociedade, tudo pode acontecer no mundo global, não temos governabilidade sobre eles, porém, temos sobre os nossos atos e, até mesmo força e meios para lutarmos contra todo o mal que tentam implantar em nossas famílias e na sociedade. No entanto, precisamos ficar fixos na missão que Deus nos confiou a partir do local no qual VOCÊ se encontra: aí está sua missão! Mesmo que tudo conspire para o mal, permaneça fixo em Deus.

Lembremo-nos, uma vez mais, o que Jesus nos diz: “Tenho-vos dito essas coisas para que tenhais a Paz em mim. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! EU VENCI O MUNDO.” (Jo 16,33)

Júlio César Della Torre
Postulante da Comunidade Católica Pantokrator