APRENDENDO SOBRE AS ALMAS DO PURGATÓRIO

 

 

Baixe este livro de combate Espiritual gratuitamente


Em 1936 Nossa Senhora apareceu no Norte do Brasil para avisar que três grandes castigos cairão sobre o Brasil. Ela disse: O sangue inundará o Brasil por causa do comunismo, e haverá uma guerra civil caso não haja conversão, jejum, penitência e oração. DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT, e vamos pedir para nossa Mãe Celestial que afaste de nós os castigos. Leia a matéria completa aqui - CLIQUE AQUI!!! DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT - Faça como o Padre José Augusto da Canção Nova que denunciou o PT e não se acovardou - assista aqui o que ele disse - CLIQUE AQUI!!! - DIGA NÃO AO PT - DIGA NÃO AO PT

APRENDENDO SOBRE AS ALMAS DO PURGATÓRIO

Aprendendo sobre as almas do purgatório

 

Queridos irmãos, queridas irmãs, a paz! Nossa Senhora tem-nos recomendado, em Medjugorje, que não nos esqueçamos de rezar pelas almas do purgatório, as quais dependem de nossa ajuda para chegarem à alegria do céu. Deixo, como sugestão, que diariamente façamos a intenção de lucrar todas as indulgências que pudermos lucrar naquele dia e as entreguemos nas mãos de Maria, para que Ela as aplique.


Transcrevo abaixo o parágrafo 98 do livro “Autobiografia”, escrito por Santa Margarida Maria Alacoque.


“Outra vez, estando eu diante do Santíssimo Sacramento no dia da sua festa, apareceu, de repente, diante de mim, uma pessoa, toda em fogo, cujos ardores me penetraram tão fortemente que me parecia arder com ela. Seu lastimável estado, que bem mostrava estar sofrendo no purgatório, fez-me derramar muitas lágrimas. Disse-me que era um religioso beneditino que me tinha ouvido em confissão, e me mandara comungar. Como recompensa, Deus tinha-lhe permitido dirigir-se a mim para aliviar suas penas, pedindo-me tudo o que pudesse fazer e sofrer por três meses. Prometi-lhe que o faria, depois de pedir licença à minha superiora. Disse-me que a primeira razão de suas grandes penas era ter preferido o próprio interesse à glória de Deus com demasiado apego à própria reputação; a segunda era a falta de caridade com seus irmãos; e a terceira, a demasiada afeição natural que tinha pelas criaturas, e as excessivas mostras que lhes dera disso no trato espiritual, o que muito desagradava a Deus.


Mas é impossível explicar o que tive de sofrer naqueles três meses, porque não se afastava de mim e, do lado que ele estava, parecia-me que eu ardia também, e com tão vivas dores que me faziam gemer e chorar continuamente. (...) No fim dos três meses o vi, bem diferente, inundado de alegria e glória, ir gozar da eterna felicidade. Disse-me que, em agradecimento, intercederia por mim diante de Deus. Eu tinha adoecido. Mas, como meu padecimento acabou ao mesmo tempo que o dele, logo melhorei”.